Depois de viverem uma experiência internacional entre os dias 6 de janeiro e 2 de fevereiro, estudantes da IENH – Unidade Fundação Evangélica compartilharam os principais aprendizados e momentos marcantes do intercâmbio realizado na Nova Zelândia e na Austrália.
Durante o período, os estudantes participaram de aulas na universidade, conheceram escolas, realizaram passeios culturais e tiveram contato direto com o idioma inglês no cotidiano. Para muitos deles, a experiência foi marcada não apenas pelas viagens e atividades, mas também pelo desenvolvimento pessoal, pela autonomia e pela oportunidade de conhecer novas culturas.
Participaram do intercâmbio os estudantes Vincenzo Petri, Gustavo Henrique Maus Kranz, Isabella Paesi, Marcella Belladona Cardoso Camargo, Susana Benevite Gobatto e Alexandre Augusto Lehn Duarte.
O intercambio foi realizado pela Strive Intercâmbios, em parceria com a Universidade de Auckland.
Depoimentos:
Isabella:
“Eu acho que os momentos mais marcantes foram os passeios na Nova Zelândia, porque eu achei muito legal. Outro momento foi o Zorby Ball, um esporte que só tem na Nova Zelândia e que a gente fez lá, que é uma bola inflável em que a gente entra e desce no morro. Eu também pude conhecer a faculdade de lá, estudar nela por duas semanas e conhecer uma cultura completamente diferente da minha, além de aprender em um lugar que tem uma ideologia de ensino completamente diferente. Eu estudo na IENH desde os 2 anos e, se não fosse o estudo bilíngue, eu não teria conseguido ir para este intercâmbio”.
Vincenzo:
“Eu gostei muito de ver os lugares diferentes, a natureza de lá, os prédios que a gente visitou, os lugares históricos e conhecer a cultura. Foi uma experiência em que aprendi mais sobre manejar o dinheiro, me localizar nos lugares e desenvolver a socialização e a autonomia. Além disso, consegui me comunicar na língua inglesa, igual faço aqui na IENH”.
Marcella:
“Eu acredito que um dos momentos mais marcantes foram os passeios, principalmente tudo que eu vivi na Austrália. Claro que na Nova Zelândia também foi muito marcante, mas a Austrália foi um país que me atraiu muito. A gente aprendeu muito sobre várias áreas profissionais que a gente poderia escolher, e tudo que eu aprendi em cada uma foi bastante importante. Eu iniciei na IENH no Ensino Médio e o inglês que aprendo aqui me ajudou muito lá, pois me ajudou nos momentos em que precisei me comunicar durante o intercâmbio”.
Susana:
“Me marcaram os passeios em geral, ter ido às escolas lá, conhecer novas pessoas e a cultura de lá, que também foi bem diferente. O intercâmbio me deu um grande aprendizado, me deu uma nova visão de futuro, que eu já queria antes, mas a experiência me clareou. Agora eu tenho uma visão de tudo lá fora, de morar fora, e conhecer a Austrália para mim foi incrível.
O currículo da IENH me ajudou em tudo, porque lá eu tinha que me comunicar todos os dias com as pessoas em todos os lugares”.
Gustavo:
“A viagem foi cheia de momentos marcantes, como o meu preferido, que foi o Zorb Ball, e foi super legal. Outro momento que eu adorei foram as aulas, porque a gente pôde experimentar e aprender sobre vários cursos que eles dão lá na universidade, além de ter uma ideia do que eles ensinam em cada um deles. Uma das coisas que eu melhorei no intercâmbio foi o inglês. A gente teve que falar todos os dias, então ele melhorou muito, além da minha habilidade de me comunicar com os outros. Eu estudo desde o nível 2 aqui na ENH, então tenho conexão com o inglês desde os 2 anos de idade. Graças à ENH, eu não tive nenhum problema em me comunicar lá, foi tudo incrível”.
Alexandre:
“Eu acho que uma das coisas mais legais foi aprender tudo sobre a cultura do povo nativo da Nova Zelândia, os Maoris. Algumas experiências que achei muito legais foram na Austrália, em dois parques de montanha-russa, e foi muito divertido. Eu acho que passar um tempo estudando e morando sozinho, em outro país, foi muito importante para o meu desenvolvimento e me ajudou bastante a melhorar o inglês, porque falar inglês com todo mundo lá ajudou muito e deu para praticar nas aulas. O inglês da ENH me ajudou muito, principalmente a me comunicar com todo mundo, e teve até vezes em que tive conversas longas em inglês com pessoas nativas da Nova Zelândia, o que foi ótimo para meu desenvolvimento como pessoa e como estudante”.